TARDIGRADA

No que diz respeito ao estudo da diversidade e distribuição dos Tardigrada ao redor do mundo, análises indicam que esforços insuficientes foram investidos nesses organismos em comparação a outros invertebrados. Tal fato está associado ao diminuto tamanho e a fragilidade dos corpos dos tardígrados. No Brasil, o pouco conhecimento dos Tardigrada limnoterrestres está disponibilizado em descrições sucintas, sem o depósito de material tipo, realizados entre 1930 e 1950.  No sentido de reverter esse panorama, com o auxílio de técnicas modernas para realização de estudos morfológicos e moleculares, estão sendo redescritas as espécies já conhecidas e acessadas novas informações com a descrição de espécies novas. Até o momento, foram redescritas duas espécies, originalmente publicadas na década de 1940, e descrita uma espécie nova a partir de coletas realizadas no Instituto de Biologia da UNICAMP, em musgos presente nos troncos das árvores.